A JUSTIÇA DO DESTINO
Um Homem muito rico
Fazendeiro de poder
Sempre comprava mais
Nunca a vender
Quanto mais tinha
Mais queria ter
Homem ambicioso
Riqueza, sabia fazer
O tempo foi passando
Suas terras a crescer
Os colonos, cada vez mais pobres
E o poderoso, a enriquecer
A terra que ele tanto comprou
Um dia irá lhe comer
Ele pode ser valimento
Mas, da morte, não poderá correr
MR.
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