terça-feira, 25 de novembro de 2014

Poesia.....

D E S C A S O

Entrando  pela  cidade
Era  madrugada  eu,  rodava  lento
Avistei  um  ser  humano
Numa  praça,  dormindo  ao  relento

Pensei,  que  situação
Como  é  possível  um  Homem
Sucumbir  como  indigente
Será  cúmplice  a  população
Ou,  descaso  da  Nação

Figuei  chocado
Ele  estava  agachado
Mesmo  assim  dormia
Pensei,  e  o  frio
Talvez  alcoolizado  não  sentia

É  um  ser  humano
Desprezado,  abandonado
Sem  carinho  e  sem  atenção
Se  morrer  ali
Como  indigente,  vai  prum  caixão
MR.

     

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